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A usina solar, que já está em operação, está localizada no município de María Elena, região de Antofagasta, e foi construída com tecnologia bifacial. A usina tem capacidade total de 244 MWp e fornecerá energia limpa à rede. Ela tem um contrato de compra de energia de longo prazo com a Engie Energia Chile. O projeto contribuirá para a realização das metas do plano de descarbonização do governo chileno.

SANTIAGO, 22 março de 2022 – A Atlas Renewable Energy marca um novo marco no caminho para a implementação de energia limpa no Chile, com a operação de um dos maiores parques solares do país: a usina Sol del Desierto que está localizada no município de María Elena, região de Antofagasta. Com capacidade total de 244 MWp e mais de 582.930 painéis solares espalhados por 479 hectares, que irão gerar 714 GWh anualmente. A usina é uma peça relevante para cumprir o plano de descarbonização do Ministério da Energia, que busca retirar e/ou reconverter metade das usinas geradoras de energia a carvão até 2025.

O projeto, que já iniciou suas operações, possui um contrato de compra de energia solar (PPA) de longo prazo entre a Atlas Renewable Energy e a Engie Energia Chile, comprometendo-se a fornecer 550 GWh/ano de energia solar fotovoltaica por um período de 15 anos. A geração da usina permite o fornecimento de energia limpa para 345.198 residências.

A usina Sol del Desierto ajudará a evitar a emissão de mais de 368.000 toneladas de dióxido de carbono por ano, o que equivale a tirar mais de 47.000 automóveis de circulação por ano. O parque solar também se destaca por sua eficiência: ele foi desenvolvido com tecnologia bifacial, que permite que a energia seja obtida a partir das faces traseira e frontal de cada um de seus módulos solares.

Projeto inovador a nível internacional

O gerente geral da empresa do Chile, Alfredo Solar, explica que “na Atlas Renewable Energy desenvolvemos nossos projetos com forte compromisso com o meio ambiente, com a comunidade ao redor e com a inclusão. É por isso que Sol del Desierto se destaca não apenas por sua contribuição para a energia limpa, mas também pelo cuidado com a natureza ao seu redor, pelo resgate de sítios arqueológicos e, sobretudo, por ter dado especial atenção à inclusão da mão de obra feminina em sua construção”.

Assim, o desenvolvimento da planta foi apoiado por programas de responsabilidade social e ambiental, destacando especialmente o trabalho da Atlas e seus colaboradores com a comunidade de Maria Elena, por meio de diversas iniciativas sociais cujo objetivo era promover a diversidade, a inclusão e a participação local no projeto.

Um dos projetos que mais se destacou foi o programa “Somos parte da mesma energia“, que proporcionou capacitação técnica em montagem de painéis e energia elétrica a 66 mulheres da comunidade, para se candidatarem à construção do projeto, bem como para outras obras. Graças a essa política, à qual aderiram às empreiteiras, a construção do Sol del Desierto conseguiu agregar 135 mulheres em diferentes funções operacionais e de supervisão, aumentando a representação das mulheres dos tradicionais 2% para 15%.

Além disso, devido ao seu compromisso com o meio ambiente e o respeito à natureza e à comunidade, a Atlas Renewable Energy desenvolveu uma série de iniciativas a fim de proteger a cultura local e o meio ambiente. Uma delas foi um plano para proteger uma série de trilhos de vagões, trilhas e linhas de trem que estavam em uso durante o boom do salitre no Chile. Além disso, foram recolhidos 42 objetos que atestam o cotidiano da época, que estão sendo estudados em Santiago e depois serão transferidos para o Museu de História Natural de Calama. Da mesma forma, foi implementado um programa de resgate, realocação e monitorização de lagartos que viviam na área de intervenção do Sol del Desierto. Isso, com o objetivo de proteger esses répteis antes da construção da usina.

Planos de investimento no Chile

O Chile é um dos países onde se projeta um crescimento relevante do setor nos próximos anos, devido à política de descarbonização adotada pelo governo e à crescente demanda por fontes limpas e de baixo custo para o abastecimento de grandes consumidores privados, como a mineração e a indústria. A Atlas Renewable Energy está apostando fortemente neste mercado, com foco em tecnologias como eólica, solar e armazenagem.

Dentro de poucos anos, a Atlas tem desenvolvido projetos no Chile com foco claro no longo prazo, tanto com seus parceiros de negócios, quanto ao nível de fornecimento para clientes regulados. No país, têm um total de 441 MW e a nível regional a empresa tem um total de 2.268 MW de projetos contratados no Chile, México, Brasil e Uruguai, que contribuem para a transformação energética da América Latina para fontes mais limpas. A empresa espera continuar a consolidar a sua posição nas regiões onde opera e expandir-se para outras regiões com projetos energéticos inovadores e sustentáveis.

Sobre a Atlas Renewable Energy

A Atlas Renewable Energy é uma empresa de geração de energia renovável que desenvolve, financia, constrói e opera projetos de energia renovável com contratos de longo prazo em todas as Américas desde o início de 2017. A Atlas Renewable Energy possui uma equipe experiente com o maior histórico de energia solar da indústria na América Latina. A empresa é reconhecida por seu alto nível de exigência no desenvolvimento, construção e operação de projetos de grande porte.

A Atlas Renewable Energy faz parte do Fundo de Energia IV, criado pela Actis, um dos principais investidores de capital privado do setor de energia. O crescimento da Atlas Renewable Energy se concentra nos mercados mais estáveis da região, utilizando sua expertise comprovada em desenvolvimento, comercialização e estruturação para acelerar a transformação para a energia limpa. Ao se envolver ativamente com a comunidade e as partes interessadas, pondo as no centro de sua estratégia, a empresa trabalha todos os dias para entregar um futuro mais limpo.

Para saber mais sobre a Atlas Renewable Energy, visite o site: www.atlasrenewableenergy.com

O empréstimo para a construção da usina fotovoltaica de autoprodução foi garantido por meio do Fundo constitucional de Financiamento do Banco do Nordeste. 

A Atlas Renewable Energy, geradora global de energia renovável, garantiu um empréstimo de R$ 407 milhões (aproximadamente de US$ 76 milhões) do Fundo de Financiamento Constitucional do Nordeste do Brasil para a construção da usina solar Lar do Sol – Casablanca II, localizada em Pirapora, Minas Gerais. A usina de autoprodução ajudará a fornecer à Unipar energia suficiente para produzir cloro para o tratamento de água para mais de 60 milhões de pessoas.

A Atlas Renewable Energy será a principal investidora e operadora, e fará parceria com a Unipar, que co-investirá.

“Projetos como esses são grandes exemplos de relacionamentos de longo prazo entre um gerador de energia renovável, um financiador e um cliente”, disse Luis Pita, gerente geral da Atlas Renewable Energy no Brasil. “Estamos muito orgulhosos de que a Unipar e a BNB tenham reconhecido as capacidades e o histórico da Atlas neste setor para nos selecionar como seus parceiros para construir e operar projetos de energia renovável em larga escala e implementar programas sociais e ambientais para o benefício das comunidades próximas a este projeto”.

“Os financiamentos de projetos de energia renovável têm destaque entre as políticas de apoio do Banco do Nordeste do Brasil S.A. A Instituição é o maior banco de desenvolvimento regional da América Latina e se diferencia das demais pela missão desenvolvimentista com foco na geração de emprego e renda em sua área de atuação,” disse o Superintendente do Banco do Nordeste de Brasil Diego Rocha Batista. “Além de possuir condições adequadas ao setor, o programa de crédito compõe as ações de sustentabilidade ambiental do banco. A realização de mais um financiamento com a Atlas Renewable Energy no Brasil reforça o compromisso com o setor e reconhece o grupo empreendedor como um excelente parceiro da região.”

A Usina Solar Lar do Sol – Casablanca II, que ocupará cerca de 700 hectares, terá capacidade instalada de 239MWp com 460 mil painéis solares. A geração anual de energia da usina será o equivalente ao fornecimento de energia para cerca de 261.662 domicílios, de acordo com o consumo médio de uma família brasileira. Além disso, a usina evitará aproximadamente 40.500 toneladas de emissões de CO2 por ano, o que equivale à remoção de 16.200 veículos das ruas de São Paulo.

Além de fornecer energia à Unipar para produzir soda/cloro, a usina deverá contratar cerca de 1.200 funcionários locais durante o pico de atividade de construção e também implementará o programa de força de trabalho feminina da Atlas “Somos todos parte da mesma energia”. Com isso, Lar do Sol – Casablanca II promoverá pelo menos 5 dos ODS da ONU (#5: Igualdade de Gênero, #6: Água Limpa e Saneamento, #8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico, #10 Desigualdades Reduzidas e #12: Consumo Responsável e Produção).

Sobre a Atlas Renewable Energy

A Atlas Renewable Energy é uma empresa de geração de energia renovável que desenvolve, constrói e opera projetos de energia renovável com contratos de longo prazo nas Américas. O portfólio atual da empresa é de 2,3 GW de projetos contratados em estágios de desenvolvimento, construção ou operacional, e pretende expandir em mais um 4GW nos próximos anos.

Lançada em 2017, a Atlas Renewable Energy inclui uma equipe experiente com o maior histórico na indústria de energia solar na América Latina. A empresa é reconhecida por seus altos padrões no desenvolvimento, construção e operação de projetos de grande escala.

A Atlas Renewable Energy faz parte do Fundo de Energia IV, fundado pela Actis, um dos principais investidores de private equity do setor de energia. O crescimento da Atlas Renewable Energy está focado nos principais mercados e economias emergentes, utilizando seu conhecimento comprovado em desenvolvimento, comercialização e know-how estruturante para acelerar a transformação em direção à energia limpa. Ao se envolver ativamente com a comunidade e os stakeholders no centro de sua estratégia de projeto, a empresa trabalha todos os dias para proporcionar um futuro mais limpo.

Para saber mais sobre a Atlas Renewable Energy, visite: www.AtlasRenewableEnergy.com

A SEAL Awards reconhece a Atlas Renewable Energy com seu Prêmio de Sustentabilidade Empresarial na categoria de Iniciativas Ambientais

MIAMI, FL, 23 de dezembro de 2021 – A Atlas Renewable Energy, uma empresa global de geração de energia renovável, foi reconhecida como vencedora do Prêmio SEAL de Sustentabilidade Empresarial na categoria de Prêmio de Iniciativa Ambiental. A Atlas foi reconhecida por sua atividade ambiental para preservar e proteger a espécie de Macaco Black Howler perto de seu projeto fotovoltaico La Pimienta de 444MW, localizado no município de Carmen, no estado de Campeche, México.

O programa consiste em três principais benefícios ambientais, incluindo a conservação de 300 hectares de vegetação secundária das manchas de floresta perene da área, a criação de corredores biológicos para conectar as manchas de floresta que circundam a usina solar e a conservação do habitat do Macaco Black Howler, que é uma espécie ameaçada de extinção posta na lista vermelha pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUNC).

“Ajudar a preservar a biodiversidade e melhorar os habitats das espécies locais perto de nossos projetos de energia renovável é de extrema importância e isso é sempre levado em consideração desde a fase de concepção de um projeto”, disse Eddaly Cuesta, gerente ESG para a Colômbia e México na Atlas Renewable Energy. “Ver este programa evoluir de uma ideia básica a um programa com resultados tangíveis é muito gratificante, tanto do ponto de vista pessoal quanto profissional. Tudo foi possível graças à grande liderança dentro da Atlas, que entende que proteger e preservar a biodiversidade é uma parte essencial no desenvolvimento de nossos projetos”.

A iniciativa ambiental está alinhada com o pilar ESG da Atlas para com a proteção da biodiversidade, que pretende ajudar a proteger e manter os ambientes e as espécies próximas aos nossos projetos de energia renovável. Com isso, a Atlas visa motivar outras pessoas dentro da indústria e promover ainda mais comprometimento com a preservação e conservação de espécies e habitats. Dentro desse pilar, a Atlas executou atividades de reflorestamento, doou mudas, realizou oficinas de educação ambiental e ajudou na conservação de diferentes espécies no Chile, Brasil e México.

“Como geradores de energia limpa, temos o compromisso de fornecer energia e fazer isso da forma mais sustentável possível. Cuidar dos ecossistemas nos quais operamos é uma prioridade para a Atlas, não porque é necessário, mas porque é a coisa certa a se fazer. É por isso que muitas vezes vamos além dos regulamentos locais e fazemos mais do que o esperado neste sentido. Estou muito orgulhosa do que o Atlas alcançou e do apoio de outras divisões da empresa, como EPC e Desenvolvimento, que foram fundamentais na concretização deste programa”, disse Maria José Cortes, Chefe de ESG da Atlas Energia Renovável. “Obrigado SEAL Awards por este reconhecimento e obrigado aos nossos parceiros de confiança, como BIOS, ERM, Ecology Institute AC e IDB Invest por serem um elemento tão importante durante o desenvolvimento e execução desta iniciativa”.

A primeira fase do projeto, que constituiu na realocação de macacos Howler e na criação de corredores para conectar as manchas de floresta, está bem encaminhada. Atualmente, o programa está entrando na fase dois, que consiste em monitorar a população de macacos Howler pelos próximos dois anos a fim de garantir seu bem-estar, executar ações de reflorestamento e preservando os fragmentos florestais que continuam a ser interligados pelos corredores biológicos.

“Os méritos ambientais da energia renovável são consistentes e óbvios”, disse Matt Harney, fundador da SEAL Awards.  “Nosso painel de jurados considerou a priorização da conservação e da biodiversidade da Atlas em seu Projeto Solar La Pimienta como sendo única e exemplar. Encorajamos todos os desenvolvedores de energia renovável a modelar esta abordagem centrada na conservação”.

Sobre a Atlas Energia Renovável

A Atlas Renewable Energy é uma empresa de geração de energia renovável que desenvolve, constrói e opera projetos de energia renovável com contratos de longo prazo nas Américas. O portfólio atual da empresa é de 2,2 GW de projetos contratados em fase de desenvolvimento, construção ou operação, e pretende se expandir em mais 4 GW nos próximos anos.

Lançada no início de 2017, a Atlas Renewable Energy inclui uma equipe experiente com o mais longo histórico na indústria de energia solar na América Latina. A empresa é reconhecida por seu alto padrão no desenvolvimento, construção e operação de projetos de grande escala.

A Atlas Renewable Energy faz parte do Energy Fund IV, fundado por Actis, um investidor de capital privado líder no setor de energia. O crescimento da Atlas Renewable Energy está focado nos principais mercados e economias emergentes, usando seu conhecimento comprovado de desenvolvimento, comercialização e estruturação para acelerar a transformação em direção à energia limpa. Ao se envolver ativamente com a comunidade e as partes interessadas no centro de sua estratégia de projeto, a empresa trabalha todos os dias para proporcionar um futuro mais limpo.

Para saber mais sobre a Atlas Renewable Energy, visite o site: www.atlasrenewableenergy.com

A energia renovável agora é competitiva com os combustíveis fósseis em muitos mercados, e um número crescente de empresas em todo o mundo está mudando para energia mais limpa. Mas, embora algumas empresas tenham se destacado em sua transição para a eletricidade verde, outras ainda têm um longo caminho a percorre. 

Após anos de progresso lento, a demanda das empresas por energia renovável agora atingiu o seu auge. De acordo com dados recentes do Climate Group e do CDP, os grupos internacionais sem fins lucrativos que administram a RE100 – a coalizão de grandes empresas comprometidas com a compra de eletricidade 100% renovável – a demanda das empresas por eletricidade renovável já ultrapassou a dos países do G7.  

“Mas muitas centenas de outras grandes empresas ainda não deram este passo relativamente fácil em direção ao carbono zero líquido”, disse Sam Kimmins, chefe do RE100 do Climate Group em uma declaração recente. “Para cumprir as metas climáticas globais e permanecer competitivo em um mundo movido por eletricidade limpa e barata, isso precisa rapidamente se tornar a norma para abastecer seus negócios com energias renováveis”. 

Na Atlas, vimos como os pioneiros em vários setores industriais deram os primeiros passos para a mudança para as energias renováveis e rapidamente causaram um efeito cascata, com inúmeras empresas os seguindo rapidamente. Embora um dos principais fatores por trás das decisões das empresas de se afastar dos combustíveis fósseis seja reduzir o impacto ambiental da operação de seus negócios, nossos clientes corporativos também relatam vantagens colaterais como custos de energia mais previsíveis decorrentes de nossos contratos corporativos de compra de energia (PPAs) de longo prazo, para fortalecer o relacionamento com os clientes e a diferenciação da marca. 

No ano passado, apesar da interrupção causada pela pandemia, uma pesquisa da BloombergNEF descobriu que as empresas compraram um recorde de 23,7 GW de energia limpa através de PPAs, contra 20,1 GW em 2019 e 13,6 GW em 2018. 

“Mais do que nunca, as empresas têm acesso à energia limpa a preços acessíveis em escala global. As empresas não têm mais desculpas para ficar para trás na definição e no trabalho em prol de uma meta de energia limpa”, disse Jonas Rooze, analista-chefe de sustentabilidade da BloombergNEF. 

Em 2020, mais de 130 empresas assinaram contratos de energia limpa, em setores que vão desde petróleo e gás até as big tech. À medida que mais empresas se tornam verdes, esta não é apenas uma forma de demonstrar responsabilidade social corporativa mas também de melhorar o desempenho financeiro e reduzir a pegada de carbono em um momento em que os governos estão estabelecendo metas cada vez mais ambiciosas para cumprir os objetivos do Acordo de Paris. 

Entretanto, embora algumas indústrias estejam liderando o caminho na conversão de seu consumo de energia em fontes renováveis, outras poderiam estar fazendo melhor. 

Processamento e produção de alimentos 

De acordo com a Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), o setor de alimentos é responsável por cerca de um terço do consumo total de energia no mundo. As duas atividades que mais consomem energia são encontradas na produção e processamento agrícola e dependem em grande parte do uso de combustíveis fósseis. A redução das emissões diretas de carbono através da mudança para energia mais limpa é uma tarefa urgente para a indústria, e uma tarefa que várias empresas já começaram a assumir. 

Em julho deste ano, a PepsiCo atingiu sua meta de usar 100% de energia renovável em todas as suas operações no México, seu segundo maior mercado. Isso ocorreu menos de um ano depois que a empresa atingiu um marco semelhante nos Estados Unidos, seu maior mercado. A empresa planeja fornecer 100% de eletricidade renovável em todas as suas operações controladas e de propriedade da empresa até 2030, e 100% de eletricidade renovável em todas as suas franquia e operações de terceiros até 2040. Se cumprir suas metas, a empresa calcula que consegue reduzir cerca de 2.5 milhões de toneladas de emissões de GEE até 2040, o equivalente a tirar mais de meio milhão de carros das estradas por um ano inteiro. 

Para fazer isso, está empregando diversas soluções, incluindo PPAs que apoiarão o desenvolvimento de novos projetos, como parques eólicos e solares em todo o mundo, bem como a aquisição de certificados de energia renovável (RECs). 

Outra empresa que procura utilizar mais energia renovável é a Nestlé. Como parte de sua ambição de zero líquido para 2050, revelada em 2019, ela se comprometeu a continuar a aumentar seu uso de eletricidade renovável para atingir 100% até 2025, contra 34,5% em 2018, e diz que planeja usar PPAs, tarifas verdes, RECs e produção no local para fazer isso. 

Essas empresas, ao lado de concorrentes como a Diageo e a Mars, estão dando passos ousados ​​para ajudar a impulsionar a transição global para energia limpa – e isso provavelmente lhes trará novos clientes. 

Cada vez mais, as pessoas estão exigindo energia mais limpa e sustentável. Uma pesquisa realizada nos EUA em 2019 pelo Pew Research Center constatou que 77% dos entrevistados acreditam que desenvolver “energia alternativa” é uma prioridade mais importante no momento do que produzir mais combustíveis fósseis a fim de reduzir os efeitos da mudança climática. À medida que os consumidores votam cada vez mais com suas carteiras, as empresas que estão alinhadas com seus valores estão posicionadas para tirar participação de mercado de empresas que não se movem com o decorrer do tempo. 

Felizmente, as empresas do setor de alimentos que ainda não tomaram medidas para limpar seu uso de eletricidade não estão muito atrasadas. A disponibilidade de modelos de abastecimento de eletricidade renovável avançou significativamente nos últimos anos, e há inúmeras opções disponíveis para empresas de todos os tipos. 

Papel e celulose 

A indústria de papel e celulose foi sem dúvida um dos beneficiários mais improváveis da pandemia de Covid-19, experimentando uma demanda vertiginosa em meio ao aumento da necessidade de produtos de higiene pessoal, embalagem de alimentos e de papelão ondulado para entregas de compras online e outros materiais baseados em papel. Como a maioria das principais operações de fabricação, a fabricação de papel é um empreendimento que consome muita energia e, à medida que a produção baseada em papel aumenta, a indústria pode não conseguir atingir sua meta de redução de emissões devido ao rápido crescimento das emissões de gases de efeito estufa. 

Em relatório recente, a Agência Internacional Energia (AIE) destaca o setor como necessitando de “mais esforços” se quiser reduzir suas emissões. Entre suas recomendações está a de que a indústria recupere e utilize cada vez mais os subprodutos da produção de papel e celulose, como o licor negro, para deslocar uma parte do uso de combustíveis fósseis. 

Entretanto, simplesmente utilizar mais energia de biomassa não será suficiente para tornar o setor verde, diz o relatório. O relatório pede que as empresas busquem o uso de outras fontes de energia renováveis, especialmente para a produção de reciclados, para a qual o gás natural tende a ser empregado porque os subprodutos da biomassa não estão prontamente disponíveis. 

Têxteis e confecções 

A indústria da moda é outro setor que tem uma enorme oportunidade de aproveitar o poder das energias renováveis ​​para impulsionar um futuro mais sustentável. Cada etapa da cadeia de fornecimento da indústria têxtil consome muita energia, desde o processamento de fios, a produção de tecidos e a fabricação de têxteis, até o transporte e venda de roupas aos clientes, e várias grandes marcas de moda estão agora procurando reduzir as emissões de gases de efeito estufa, alimentando todas as suas operações com energia renovável. 

Como parte da iniciativa global RE100, marcas conhecidas da H&M à Nike, Burberry e Ralph Lauren já se comprometeram a obter 100% de sua eletricidade de fornecedores renováveis ​​até 2050 no máximo, e algumas também estão executando programas para garantir que seus fornecedores também reduzam suas emissões de gases de efeito estufa, mudando para energia verde. 

Kingwhale, uma fábrica têxtil com sede em Taiwan, aderiu recentemente à iniciativa RE100, comprometendo-se a atingir 100% de eletricidade renovável até 2040, mas é o único fabricante de têxteis sediado na Ásia-Pacífico a fazer isso. 

Dentro da indústria de vestuário, há uma divisão crescente entre os pioneiros da transição de energia renovável e seus concorrentes menos eficientes em termos de energia e, por mais que os escândalos sobre as práticas trabalhistas dentro das cadeias de fornecimento têxteis tenham prejudicado a imagem das marcas nos últimos anos, empresas que não operam de forma mais sustentável em termos de uso e consumo de energia, correm o risco de alienar seus clientes. 

Fechando a lacuna 

Em algumas das maiores indústrias do mundo, uma lacuna clara está surgindo entre as empresas que já fizeram progresso na transição energética e aquelas que ainda não deram o primeiro passo. Alinhar o desempenho dos retardatários com o dos pioneiros será crucial para que os objetivos estabelecidos no Acordo de Paris sejam alcançados – mas também é uma questão de sobrevivência. No mundo pós-Covid, os consumidores estão cada vez mais focados nas credenciais de sustentabilidade das empresas de quem compram, e fazer a mudança de combustíveis fósseis poluentes para energia limpa envia um forte sinal de que, quando se trata de combater as mudanças climáticas, negócios significam negócios. 

Em parceria com a Castleberry Media, temos o compromisso de cuidar do nosso planeta, portanto, este conteúdo é responsável com o meio ambiente. 

Quando o mundo entrou em lockdown, ele também se conectou, e a rápida adoção digital provocada pela pandemia da Covid-19 continuará na recuperação – e além. Mas alimentar a nova normalidade digital de forma sustentável significa dar uma boa olhada na energia que usamos e, como as empresas são cada vez mais forçadas a relatar as emissões climáticas ao longo de suas cadeias de valor, elas não podem mais se dar ao luxo de ignorar o impacto ambiental a nova economia digital.

A Covid-19 transformou a digitalização de “bom de se ter” em “deve se ter”, e muitas das soluções rápidas que a humanidade propôs para manter a economia em funcionamento durante os lockdowns parecem que vieram para ficar.

Como disse o CEO da Microsoft, Satya Nadella, no início de 2020, dois anos de transformação digital aconteceram em dois meses – e o ímpeto continuou. Milhões de pessoas em todo o mundo conheceram serviços online, incluindo banco móvel, telemedicina, entrega de alimentos, educação online, e-commerce, serviços de streaming digital e mídia social – e eles não querem voltar atrás.

De acordo com uma pesquisa global de executivos realizada pela McKinsey, as empresas em todo o mundo aceleraram a implementação de capacidades de trabalho e colaboração remotos por um fator de até 43 vezes em comparação com as estimativas normais de negócios sem a crise. Eles também aceleraram a adoção de tecnologias digitais para avanços nas operações e na tomada de decisões de negócios por um fator de 25 vezes.

E embora muitas empresas estejam agora implementando retornos graduais ao escritório, é de se esperar estruturas de trabalho mais flexíveis no futuro, com uma proporção considerável de funcionários que preferem trabalhar em casa. 

A pandemia mudou fundamentalmente a maneira como trabalhamos, fazemos compras e conduzimos nossa vida cotidiana.

Nuvens elétricas

Este voo para o digital significa um enorme aumento no investimento em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Um relatório recente da KPMG constatou que dois terços das organizações globais aceleraram sua estratégia de transformação digital, com 63% aumentando seu orçamento de transformação digital. Como resultado, de acordo com pesquisas da Western Union e Oxford Economics, o valor dos serviços de TIC deve aumentar 35% até 2025.

Esses serviços de TIC – redes, servidores, armazenamento e aplicativos – baseiam-se em grande parte na nuvem. Prevê-se que a utilização da computação em nuvem aumente exponencialmente, de US$ 1,3 bilhões em 2019 para US$ 12,5 bilhões até 2030, de acordo com a BloombergNEF.

Esta nova economia digital baseada na nuvem é alimentada por eletricidade – e muita eletricidade. Apenas um centro de dados pode usar eletricidade suficiente para abastecer 80.000 residências nos EUA e, coletivamente, esses espaços representam atualmente cerca de 2% do uso total de eletricidade nos EUA.

As emissões de carbono da infraestrutura tecnológica e dos servidores de dados que permitem a computação em nuvem são agora maiores do que as causadas por viagens aéreas pré-Covid, de acordo com um relatório do The Shift Project. E com a expectativa de que a demanda de eletricidade relacionada ao setor de TI aumente em quase 50% até 2030, o think tank francês diz que essas emissões podem continuar crescendo a uma taxa de 6% ao ano. 

As Big tech se tornam verdes

Em setembro passado, o Google se comprometeu a abastecer todos os seus centros de dados e campi com “energia livre de carbono” – como a solar – 24 horas por dia, até 2030. A Microsoft assumiu um compromisso semelhante – dizendo que será “carbono negativo” até 2030. A Amazon, que administra a infraestrutura da AWS Global Cloud que fornece a espinha dorsal para grande parte dos sites do mundo, disse que também terá como objetivo o “zero líquido” até 2040.

Entretanto, nem todas as promessas feitas pelos provedores de serviços de tecnologia são iguais. Existem muitas maneiras de se chegar ao “zero líquido”, mas nem todas elas têm um impacto equivalente nas mudanças climáticas.

Para lidar com isso, um número crescente de provedores de serviços de tecnologia se comprometeu com contratos de compra de energia (PPAs) que incluem um requisito de adicionalidade. Estes não apenas garantem a geração de um novo suprimento renovável, como também vêm com um certificado de origem afirmando que 100% da energia usada na instalação é derivada de fontes renováveis.

Além de ser bom para o meio ambiente – também é bom para os custos. Em última análise, a energia renovável é agora mais barata do que os combustíveis fósseis na maioria dos mercados e, como a eletricidade é o principal gasto dos provedores de serviços de centros de dados, ao usar energia solar ou eólica, eles podem manter os custos baixos em face da demanda crescente.

Emissões de escopo 3

Frequentemente, os centros de dados estão localizados a muitos quilômetros de distância de seus usuários finais. Mas isso não significa que as empresas podem se dar ao luxo de ignorá-los. Os novos requisitos de relatório de emissões do Escopo 3 significam que as empresas agora precisam calcular todas as suas pegadas de gases de efeito estufa a partir de tudo que está envolvido em seus negócios – incluindo fornecedores upstream e funções downstream.

Se uma empresa usa tecnologia – e, graças à rápida digitalização proporcionada pela Covid, isso significa quase todas as empresas – ela agora precisa contabilizar as emissões associadas às empresas que fornecem seus softwares e serviços.

Vários provedores de serviços de computação em nuvem começaram a fornecer insights sobre as emissões de carbono de sua infraestrutura, para ajudar as empresas a tomar decisões mais sustentáveis. A Calculadora de Sustentabilidade da Microsoft, por exemplo, permite que as empresas quantifiquem o impacto do carbono de cada inscrição no Azure, enquanto o Google Cloud lançou uma nova ferramenta de Percentagem de Energia Livre de Carbono (CFE%) que permite aos usuários ver quais centros de dados são mais limpos e alocar cargas de trabalho neles, sempre que possível, em conformidade.

Um futuro digital sustentável

Na Atlas, embora aceitemos que a economia digital exigirá significativamente mais energia no futuro, não acreditamos que ela tenha necessariamente que levar a mais emissões de CO2. Há outra maneira – e, como já discutimos, alguns líderes de tecnologia já estão traçando um caminho a seguir.

À medida que mais e mais empresas aderem à revolução digital pós-Covid, é vital que estejam cientes do impacto climático que isso acarreta e tomem medidas para reduzi-lo sempre que possível. Ao selecionar fornecedores de serviços de tecnologia transparentes sobre o uso de energia e que se comprometeram a usar 100% de eletricidade renovável, as empresas podem desempenhar um papel importante para garantir que a nova economia digital seja a mais sustentável possível.

Em parceria com a Castleberry Media, temos o compromisso de cuidar do nosso planeta, portanto, este conteúdo é responsável com o meio ambiente.

Pela primeira vez na história, a chama olímpica deste ano, que ardeu no Caldeirão Olímpico do Estádio Nacional de Tóquio nas cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos, foi sustentada por hidrogênio.

O gás foi criado através da eletrólise da água usando energia solar, criando um combustível verdadeiramente verde que não gera emissões – ao contrário do propano e do butano que são tradicionalmente usados nas Olimpíadas.

Conforme cresce a conscientização em torno do uso do chamado hidrogênio verde, Daniel Garcia, gerente comercial sênior da Atlas Renewable Energy, explica os benefícios deste combustível e como ele pode fazer parte da matriz energética, na medida em que o mundo olha para um futuro mais limpo e sustentável.

O que torna o hidrogênio verde, “verde”?

O combustível de hidrogênio é feito ao separar o gás dos combustíveis fósseis ou separando-o da água. Embora atualmente o hidrogênio já seja usado em escala industrial, a eletricidade usada para produzi-lo é fornecida quase inteiramente a partir do gás natural e do carvão. Como resultado, hoje, a produção de hidrogênio combustível é responsável por 830 milhões de toneladas de emissões de CO2 por ano – o que é o mesmo que as emissões de CO2 do Reino Unido e da Indonésia juntas.

Isso claramente não é sustentável, e é por isso que precisamos do hidrogênio verde. Produzido através de energia renovável, o hidrogênio verde é extraído da água através de eletrólise, tornando-o um combustível com zero de carbono. Como afirmou a International Energy Agency, graças aos custos decrescentes da eletricidade renovável, especialmente da energia solar fotovoltaica e eólica, há agora um interesse crescente no hidrogênio verde e, como resultado, acreditamos que o hidrogênio verde pode dar uma contribuição significativa na transição para a energia limpa.

Em quais indústrias e aplicações o hidrogênio verde pode ser utilizado?

Uma das aplicações mais adequadas do hidrogênio verde é para processos em que o hidrogênio já é necessário. Um exemplo disso são as refinarias de petróleo, onde o hidrogênio é usado no processamento da maioria dos produtos refinados – normalmente é obtido a partir do gás natural que já é extraído dos poços. Cada tonelada de H2 produzida com gás natural produz 9,3 toneladas de CO2, portanto, substituir isso pela produção de hidrogênio verde no local pode ter um impacto dramático nas emissões.

A produção de fertilizantes é outra área chave para a aplicação de hidrogênio verde. Atualmente, as instalações de produção de fertilizantes separam o hidrogênio do gás natural e o combinam com o nitrogênio para produzir amônia, mas estamos começando a ver a indústria de fertilizantes começar a usar eletricidade de usinas fotovoltaicas para partir a água em oxigênio e hidrogênio, o que é um sinal encorajador.

Uma das possibilidades mais interessantes é no transporte de longa distância. Embora a tendência seja para a eletrificação dos transportes, a tecnologia disponível atualmente cobre percursos de curta e média distância de até cerca de 500 km. As células a combustível de hidrogênio têm sido usadas para enviar foguetes ao espaço desde 1950 e, na indústria de transporte pesado, o hidrogênio será provavelmente a solução para a mobilidade de longo alcance, especialmente em setores como a mineração. 

O hidrogênio verde é competitivo com os combustíveis fósseis?

Quando pensamos na vantagem competitiva do hidrogênio verde em relação aos combustíveis fósseis, temos que levar em consideração dois fatores principais: o preço do combustível e o benefício climático. 

Regiões com altos custos de combustível fóssil e recursos renováveis ​​abundantes são as mais adequadas para o hidrogênio verde substituir os combustíveis fósseis no início. Por exemplo, nos Estados Unidos, existem várias regiões com recursos muito bons de energia eólica e solar, porém, devido aos baixos preços do gás de xisto, é difícil para o hidrogênio verde competir com o preço dos combustíveis fósseis, somente comparando preço. Enquanto isso, na Europa, além de a energia eólica ser abundante, os preços do gás natural também são muito mais altos, o que significa que o hidrogênio verde é uma opção mais competitiva.

O benefício climático é muito mais fácil de se vender. O hidrogênio verde não gera emissões e, à medida que os governos em todo o mundo definem metas de emissões líquidas zero para as indústrias, e em meio à tendência crescente de implementação de impostos sobre a emissão de carbono, pensamos que o hidrogênio verde, junto com outras fontes de energia renováveis, se tornará uma escolha óbvia. 

O que o crescimento do hidrogênio verde significa para o setor de energia renovável?

De acordo com pesquisa realizada pela Goldman Sachs, o hidrogênio verde pode fornecer até 25% das necessidades energéticas mundiais até 2050. Já vimos vários países, da Austrália ao Chile, Alemanha, UE, Japão, Nova Zelândia, Portugal, Espanha e a Coreia do Sul publicarem estratégias nacionais para o hidrogênio, e o combustível tem um futuro promissor na redução das emissões das indústrias mais intensivas em carbono do mundo.

No ano passado, as Nações Unidas lançaram a Iniciativa Catapulta de Hidrogênio Verde em uma tentativa de aumentar a produção de hidrogênio verde em 50 vezes nos próximos seis anos. A substituição de todo o hidrogênio não verde do mundo por hidrogênio verde exigiria 3.000 TWh por ano de novas energias renováveis, aumentando a demanda por projetos solares e eólicos em todo o mundo.

Quais são as perspectivas futuras para o mercado de hidrogênio verde? 

O hidrogênio verde está longe de ser uma solução de nicho. Acreditamos que vale a pena prestar atenção, porque resolve importantes emissões de CO2 de forma adequada e eficaz. Sua curva de crescimento está apenas começando: grande parte do que torna o hidrogênio verde competitivo é o custo das energias renováveis e sua eficiência, e como ainda não atingimos todo o potencial nesses aspectos, acreditamos que o hidrogênio verde se tornará cada vez mais competitivo a cada ano.

No curto prazo, esperamos ver uma proliferação de soluções de hidrogênio verde no local de áreas como recursos naturais e petroquímica. Algumas outras soluções onde ele pode ser misturado a outros combustíveis, como o gás natural, também surgirão no médio prazo. O maior desafio para o hidrogênio verde é atingir custos de transporte competitivos para então atingir o seu potencial máximo em termos de redução de emissões de gases de efeito estufa.

Em parceria com a Castleberry Media, temos o compromisso de cuidar do nosso planeta, portanto, este conteúdo é responsável com o meio ambiente.

A ideia da economia circular tem ganhado força política e social recentemente, à medida que governos, empresas e cidadãos fazem planos para uma recuperação mais verde e sustentável da Covid-19. Nesta ficha técnica, veremos o que torna uma economia circular bem-sucedida e por que a energia renovável é um componente vital.

O que é uma economia circular?

Desde a industrialização, o modelo econômico dominante em todo o mundo tem sido linear: as matérias-primas são extraídas, fabricadas ou consumidas como produto e, quando chegam ao fim da vida útil, são descartadas. Este sistema de pegar-fazer-desperdiçar coloca enorme pressão sobre o meio ambiente, aumentando o consumo de recursos finitos e criando enormes quantidades de aterros poluentes.

Em uma economia circular, há pouco ou nenhum desperdício e o máximo de reutilização e reciclagem possível. Quando um produto chega ao fim de sua vida útil, em vez de descartá-lo, seus materiais são mantidos na economia e convertidos em novos materiais que podem ser usados repetidamente, criando mais valor.

Por que precisamos de uma economia circular?

As maiores economias do mundo estão ficando para trás nos compromissos de cumprir as metas do Acordo de Paris, que visa limitar o aquecimento global a 1,5ºC. Apesar das promessas feitas recentemente durante a Cúpula do Clima liderada pelos Estados Unidos, pesquisas realizadas pela BloombergNEF mostram que, em todo o mundo, não está sendo feito o suficiente para limitar as mudanças climáticas e, a menos que algo mude rapidamente, corremos o risco de chegar ao ponto sem volta.

Com as tecnologias existentes, podemos lidar com cerca de 55% das emissões globais de gases de efeito estufa. Estas são as emissões que vêm da eletricidade e do calor que usamos em edifícios, da nossa rede elétrica e dos transportes.

Mas isso é apenas metade da história.

De acordo com os dados mais recentes, a produção de materiais que usamos diariamente é responsável por 45% do total mundial de emissões de CO2 e apenas 8.6% dos recursos que entram na economia global são reciclados. A mudança para uma economia circular reduziria a pressão sobre o meio ambiente, diminuiria a pressão sobre o fornecimento de matérias-primas finitas e levaria a mais inovação. Além disso, o Fórum Econômico Mundial estima que a transição para um modelo circular pode valer US$ 1 trilhão para a economia global até 2025 e criar 100.000 novos empregos.

Até agora, as promessas climáticas têm se concentrado em reduzir a intensidade das emissões de carbono do modelo econômico tradicional, mas está claro que isso não será suficiente. A adoção de uma estrutura de economia circular hoje em aço, plástico, alumínio, cimento e alimentos removeria 9,3 bilhões de toneladas de emissões de gases de efeito estufa até 2050. Isso é equivalente a eliminar as emissões atuais de todas as formas de transporte globalmente e colocaria o mundo no caminho certo para um futuro de emissões líquidas zero.

Qual é o papel das energias renováveis em uma economia circular?

Reduzir-reutilizar-reciclar é apenas parte do quadro. Uma economia verdadeiramente circular tem que ser sustentada por uma transição para fontes de energia renováveis – por duas razões.

A primeira é sem dúvida a mais óbvia: se a energia que usamos para alimentar o sistema como um todo vem de recursos finitos que criam resíduos, nunca será uma economia circular de verdade.

A segunda, porém, é mais complicada. Algumas evidências sugerem que, embora a economia circular se baseie em torno da eficiência energética e de uma redução nos insumos, a coleta, classificação, processamento e restauração dos materiais de volta às formas reutilizáveis consome mais energia do que a utilização de matérias-primas virgens, o que significa que, pelo menos em algumas áreas, podemos precisar de mais energia para fazer isso acontecer – e é por isso que é vital que a energia que utilizamos venha de fontes limpas e 100% renováveis

Que papel as empresas podem desempenhar na promoção da transição para uma economia circular?

Nos últimos meses, um número crescente de marcas internacionais começou a aproveitar o poder das cadeias de fornecimento e fabricação circulares. No ano passado, a Nike lançou uma coleção exploratória de calçados feita de 85-90% de resíduos de fábrica e pós-consumo, enquanto a Ikea iniciou um programa de recompra de móveis em grande escala na Black Friday, após se comprometer a se tornar 100% circular até 2030.

Não se trata apenas de marcas de bens de consumo. Estamos começando a ver canteiros de obras circulares, onde as empresas reutilizam materiais existentes no local, os transformam para estender sua vida útil e reúnem recursos. Estamos vendo OEMs explorarem formas de projetar veículos sustentáveis com materiais reciclados e recuperáveis ​​e procurando reutilizar baterias de veículos elétricos. Mesmo no setor de mineração, as empresas estão investigando formas de extrair recursos dos fluxos de resíduos para aumentar a viabilidade ambiental de suas operações.

Todos esses ajustes graduais estão começando a se combinar em uma mudança sistêmica que cria resiliência de longo prazo, aumenta as oportunidades econômicas e fornece benefícios ambientais e sociais.

A economia circular não é uma ‘boa para se ter’. Para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 12 da ONU sobre padrões de produção e consumo sustentáveis, as empresas devem ajudá-lo a se tornar uma realidade.

Por que a confiança pública é vital para alcançar uma economia circular?

A confiança é um fator muito importante para fazer com que as pessoas optem pela mudança. Vimos isso como parte da transição energética em curso: as empresas e pessoas com quem falamos na Atlas Renewable Energy querem ter certeza de que, ao mudar para as energias renováveis, não sofrerão qualquer perda de qualidade ou confiabilidade em seu fornecimento de energia. Mas vai além disso: gerar confiança pública no impacto positivo de qualquer mudança – seja na transição da rede para fontes renováveis de energia ou na transformação da economia de um modelo linear para um modelo circular – é vital para o sucesso.

Quando se trata de ações simples, como a reciclagem, os custos e os benefícios tendem a ficar no mesmo domínio – as pessoas que realizam a atividade são as mesmas que se beneficiam dela. Isso facilita o envolvimento do público em geral com essas ações.

Entretanto, quando se trata de compensações mais amplas entre os efeitos locais e regionais ou mesmo globais, é um pouco mais difícil fazer com que as pessoas compreendam imediatamente as razões por trás das escolhas feitas. Às vezes, a realidade pode ser contraintuitiva, o que pode levar as pessoas a supor que os aspectos positivos – ou negativos – existem, quando, na verdade não existem.

Felizmente, já existe uma estrutura bem estabelecida e reconhecida internacionalmente para conseguir isso. A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) é uma ferramenta que já usamos no setor de energias renováveis ​​e, ao aplicá-la à economia circular, é possível testar os impactos dos modelos circulares de negócios, validar premissas e obter feedback para melhorias, bem como ajudar a definir metas e indicadores.

Ao longo do trabalho que realizamos em comunidades, com diferentes setores e com vários interessados, nossa experiência sempre foi que precisamos ser capazes de provar nossas afirmações a fim de obter adesão, e temos feito isso repetidamente através de uma abordagem consultiva. 

Ao usar metodologias com base científica, como ACV, empresas e governos podem ser transparentes sobre as vantagens e desvantagens da transição para uma economia circular e permitir que o público tome decisões baseadas em evidências sobre se deve ou não apoiar uma iniciativa.

A hora de mudar para uma economia circular é agora

Nosso modelo linear ineficiente está levando nosso planeta à beira de uma crise climática e esgotando os recursos que precisamos para apoiar nossas comunidades a reconstruir melhor após a pandemia. É hora de avançar para uma economia circular, com as energias renováveis como pilar central. 

Quando se trata de criar esse futuro novo e mais sustentável, nenhuma empresa ou mesmo país pode fazer isso sozinho. Os que estão na vanguarda da economia circular devem medir continuamente seu progresso e comunicar claramente os resultados de seus esforços. Ao fazer isso, eles não apenas criam confiança, mas também incentivam todos os outros a seguirem o exemplo.

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A Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática de 2021, também conhecida como COP26, está sendo realizada no Reino Unido entre os dias 31 de outubro e 12 de novembro de 2021. O evento, que reunirá as partes para acelerar a ação em direção aos objetivos do Acordo de Paris e da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, irá moldar a direção da ação climática por muitos anos, e as empresas serão uma parte importante.

O que é a COP26?

A 26ª cúpula climática global da ONU é uma reunião mundial sobre mudança climática e sobre como as nações pretendem abordá-la. Ela reúne os signatários da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) – uma convenção acordada em 1994. Este ano, espera-se a presença de mais de 190 líderes mundiais, juntamente com dezenas de milhares de negociadores, representantes de governos, empresas e cidadãos para doze dias de conversas. Foi rotulado por Alok Sharma, o presidente da COP deste ano, como um momento de “tudo ou nada” para manter os objetivos do Acordo de Paris – assinado na COP21 – dentro do nosso alcance.

Embora os compromissos estabelecidos no Acordo de Paris sejam de longo alcance, eles não chegam perto o suficiente de limitar o aquecimento global para evitar uma mudança climática descontrolada, e a janela para alcançá-lo está se fechando. A cada cinco anos, os signatários do Acordo de Paris devem apresentar novas e mais ambiciosas contribuições nacionalmente determinadas (NDCs) sobre a redução de emissões. Será a primeira vez que isso acontecerá na COP26 e espera-se que o maior número possível de governos apresente novos PADs que manterão o aquecimento global bem abaixo do teto de dois graus Celsius estabelecido na COP21, e de preferência em 1,5 graus.

Antes da reunião, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, exortou todos os países a se comprometerem a atingir emissões líquidas zero até 2050 e que os países do G20 apresentem NDCs mais fortes para 2030. Até agora, 86 países e a UE27 apresentaram NDCs novos ou atualizados à UNFCCC, com outros prometendo novas metas que ainda não foram apresentadas oficialmente.

Quais são os principais objetivos da COP26?

“Garantir um futuro melhor para nossos filhos e gerações futuras exige que os países tomem medidas urgentes em casa e no exterior para inverter a maré das mudanças climáticas”, disse o primeiro-ministro do Reino Unido. “É com ambição, coragem e colaboração, à medida que nos aproximamos da cúpula crucial da COP26 no Reino Unido, que podemos aproveitar este momento juntos, para que possamos nos recuperar mais limpos, reconstruir de maneira mais verde e restaurar nosso planeta”.

Para esta finalidade, a conferência visará alcançar quatro objetivos principais:

Garantir emissões líquidas zero até meados do século e manter 1,5 graus ao alcance

Para cumprir essa meta, os países precisarão acelerar a eliminação dos combustíveis fósseis, acelerar a mudança para veículos elétricos e incentivar o investimento em energias renováveis.

Adaptar-se para proteger as comunidades e os habitats naturais

A mudança climática já é um fato da vida, e na COP26 serão feitos compromissos em torno da proteção e restauração de ecossistemas, da construção de defesas e sistemas de alerta contra desastres naturais e da promoção de infraestrutura e agricultura resilientes para evitar a perda de casas, meios de subsistência e vidas.

Mobilizar financiamentos

Cumprir as duas primeiras metas exigirá trilhões de dólares em financiamento dos setores público e privado. Na conferência, as instituições financeiras internacionais, bem como os países desenvolvidos, deverão cumprir sua promessa de mobilizar pelo menos US$ 100 bilhões em financiamento climático por ano.

Impulsionar a colaboração

O mundo só pode enfrentar os desafios da crise climática se todos trabalharem juntos. Os países precisam gerenciar os impactos crescentes das mudanças climáticas nas vidas de seus cidadãos; o financiamento privado precisa financiar tecnologia e inovação; e as empresas precisam ser transparentes sobre os riscos e as oportunidades que as mudanças climáticas e a mudança para uma economia de emissões líquida zero representam para seus negócios.

O que a COP26 significa para as empresas

Embora uma lista cada vez maior de empresas tenha se inscrito para mitigar e reduzir as mudanças climáticas, a grande maioria das empresas em todo o mundo ainda não assumiu compromissos oficiais para descarbonizar.

Com declarações sólidas e compromissos ambiciosos esperados na COP26, é hora de as empresas lançarem seus planos de missões líquidas zero.

Além disso, os resultados da COP26 provavelmente darão às empresas certezas sobre as condições em que estarão operando nas próximas décadas – sejam os impostos sobre o carbono, as restrições ao uso de combustíveis fósseis ou a nova legislação líquida zero.

Agir agora significa que as empresas podem obter uma vantagem sobre o que está por vir, bem como participar da discussão conforme as políticas são decididas. Várias grandes empresas já estão fazendo isso: em maio de 2020, 155 empresas – com uma capitalização de mercado combinada de mais de US$ 2,4 trilhões – assinaram uma declaração instando os governos ao redor do mundo a alinhar seus esforços de recuperação e ajuda econômica da COVID-19 com a ciência climática atual. Agora é a hora de o resto do mundo corporativo seguir o exemplo.

Como as empresas podem agir agora

Defina o seu caminho para emissões líquidas zero

As empresas têm a oportunidade de começar a tomar medidas climáticas ambiciosas agora com metas de redução de emissões baseadas na ciência. As empresas líderes já estão provando que é possível um modelo de negócios compatível com 1,5°C e há evidências de que essas empresas estarão melhor posicionadas para prosperar à medida que a economia global passar por uma transição justa para um futuro com emissões líquidas zero em 2050.

Business Ambition for 1.5°C é uma campanha liderada pela iniciativa Science Based Targets em parceria com o Pacto Global da ONU e a coalizão We Mean Business. Foi lançado em 2019 por uma coalizão global de agências da ONU, líderes empresariais e industriais. Ela permite que os líderes empresariais comprometam publicamente suas empresas com uma meta de emissões líquidas zero, 1.5°C e sejam reconhecidas na preparação para a COP26 como uma contribuição crítica para limitar os piores impactos das mudanças climáticas.

Avalie o seu risco climático

A quase inevitabilidade da precificação do carbono, bem como a pressão crescente sobre as empresas para que informem sobre os riscos climáticos, significa que isso precisa se tornar uma prioridade para as empresas de todos os setores. 

A Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD) fornece uma estrutura para as empresas avaliarem os impactos potenciais relacionados ao clima usando análise de cenário, e avaliando efetivamente os riscos para seus negócios, fornecedores e concorrentes.

As empresas que não controlam seus riscos climáticos estão em perigo: em sua recente carta de 2021 aos CEOs, Larry Fink, CEO da BlackRock anunciou que as empresas deveriam divulgar os riscos relacionados ao clima de acordo com as recomendações do TCFD, acrescentando que a empresa agora implementaria um “modelo de maior escrutínio” em seus portfólios ativos como uma estrutura para a gestão de holdings que apresentam um risco climático significativo, incluindo a sinalização de holdings para uma possível saída.    

Faça a transição para a energia renovável

Atualmente, mais de 80% da energia usada no mundo vem de fontes fósseis, e as emissões do setor energético respondem por cerca de dois terços das emissões globais de gases de efeito estufa. Isso não pode continuar.

Várias empresas líderes podem ver o que está por vir e estão tomando medidas para se reposicionar. A mudança de combustíveis fósseis poluentes para energia limpa envia um forte sinal de que, quando se trata de combater as mudanças climáticas, negócios são negócios.

Em julho do ano passado, a Microsoft, juntamente com a AP Moeller-Maersk, Danone, Mercedes-Benz, Natura & Co., Nike, Starbucks, Unilever e Wipro criaram a iniciativa Transform to Net Zero (Transitar para Emissões Líquidas Zero), com a empresa de tecnologia se comprometendo a desenvolver um portfólio de 500 megawatts de projetos de energia solar em comunidades com poucos recursos nos EUA. 

Enquanto isso, o Google se comprometeu em setembro a atingir 100% de energia renovável até 2030, enquanto o recém-lançado Programa de Energia Limpa para Fornecedores da Apple viu 71 parceiros de fabricação em 17 países se comprometerem com 100% de energia renovável para a produção do gigante de tecnologia, ao se comprometerem a fazer a transição da eletricidade utilizada em toda a sua cadeia de fornecimento de fabricação para fontes limpas até 2030.

Além disso, um número crescente de empresas influentes e mundialmente reconhecidas se comprometeram com a energia 100% renovável como parte da iniciativa RE100. 

Mas para que os objetivos da COP26 sejam alcançados, todas as empresas no mundo precisam começar a pensar seriamente sobre sua estratégia de transição energética e tomar medidas agora para executá-la.  

Como a Atlas pode ajudar

Se as empresas não acompanharem de perto as questões discutidas na COP26, correm o risco de serem relegadas à história. A COP26 resultará em um ímpeto político maior para cumprir metas climáticas ambiciosas. A direção da jornada é clara: o futuro de emissões líquidas zero é um imperativo e as empresas devem agir agora.

A Atlas Renewable Energy foi concebida com sustentabilidade como o centro de suas acões. Ela desenvolve, constrói, financia e opera projetos de energia limpa e renovável que permitem às empresas impulsionar suas operações de maneira sustentável.

Com uma gama de serviços, desde contratos de compra de energia renovável (PPAs) a certificados de energia renovável (RECs), a Atlas ajuda grandes consumidores de energia em todas as indústrias a gerenciar sua transição para emissões líquidas zero e rastrear seu desempenho em relação às metas ambientais e de emissões de longo prazo.

Para saber mais sobre a abordagem da Atlas Renewable Energy e como ela pode ajudar a alinhar sua empresa com os objetivos da COP26, entre em contato com através do e-mail contacto@atlasren.com

Em parceria com a Castleberry Media, temos o compromisso de cuidar do nosso planeta, portanto, este conteúdo é responsável com o meio ambiente.

A empresa foi homenageada por seu compromisso com a Diversidade e Inclusão, implementando um programa social para ajudar a diminuir a lacuna de gênero no setor de energia renovável.

Miami, Flórida, 22 de outubro de 2021 – A Atlas Renewable Energy, uma desenvolvedora internacional de energia renovável, recebeu da IJGlobal os prêmios Acordo de Energia ESG do Ano 2020 (Américas) e Social ESG. Os reconhecimentos foram anunciados na quinta-feira, 21 de outubro, na cerimônia de premiação do IJGlobal em Londres. Segundo a IJGlobal, essas duas homenagens foram concedidas à Atlas devido ao verdadeiro compromisso da empresa com a diversidade e inclusão, implementando um programa social que visa eliminar a lacuna de gênero no setor de energia renovável.

O Prêmio ESG Social foi concedido ao programa da Atlas “Somos todos parte da mesma energia”, uma iniciativa social que foi lançada no Brasil, Chile e México, e implementada durante a fase de construção dos projetos de energia solar da empresa atualmente em desenvolvimento nesses países.

O programa visa capacitar a força de trabalho feminina local com treinamentos que lhes permitirão optar por empregos mais técnicos na construção dos empreendimentos. Ao mesmo tempo, a Atlas mobilizou suas contratadas para priorizar os trainees em seu processo de contratação. Esta iniciativa tornou-se o principal programa social da Atlas e está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU nº 5 – Igualdade de Gênero, nº 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico, nº 10 – Reduzir Desigualdades e nº12 – Consumo e Produção Responsáveis).

Até esta data, cerca de 1000 mulheres foram capacitadas em diferentes áreas, como construção civil, carpintaria, saúde e segurança, montagem de módulos, eletricidade, entre outras. Isso nos permitiu aumentar a participação feminina na construção dos empreendimentos de 2% para 15%.

“Somos Todos Parte da Mesma Energia” deve ser implementado nos novos projetos da empresa para que mais mulheres possam se beneficiar destes treinamentos e encontrar novas oportunidades de carreira.

A Usina Solar Jacarandá, no Brasil, também foi homenageada pela IJGlobal com o Prêmio “Solar Deal of the Year(Américas) devido ao sucesso da implementação do programa “Somos todos parte da mesma energia” durante a construção do projeto.

Durante esse período, mais de 214 mulheres foram treinadas em habilidades técnicas. Das mulheres capacitadas, 123 foram contratadas para fazer parte da construção de Jacarandá. No total, 159 mulheres foram contratadas, o que representou 17% do total de mão de obra contratada em Jacarandá no pico das obras. O projeto também teve como foco a contratação de grupos sub-representados, como a população afrodescendente do estado da Bahia, que formava a maior parte da força de trabalho total, 85% de homens afrodescendentes e 83% de mulheres afrodescendentes.

“É uma honra ter nosso programa de força de trabalho feminina “Somos Todos Parte da Mesma Energia” e sua implementação no Projeto Jacaranda Solar homenageado pela IJGlobal”, disse Maria José Cortes, Chefe de ESG da Atlas Energia Renovável. “Criar e implementar este programa tem sido uma experiência incrível para todos nós da Atlas, tem nos ajudado a abrir uma porta para novas oportunidades para as mulheres das áreas rurais da América Latina e mudar paradigmas. Temos muito orgulho disso, mas sabemos que ainda há muito a fazer em termos de diversidade e inclusão. Esperamos que este programa plante a semente para práticas mais inclusivas em nossa indústria e nas comunidades onde operamos.”

Sobre a Atlas Renewable Energy

A Atlas Renewable Energy é uma empresa de geração de energia renovável que desenvolve, constrói e opera projetos de energia renovável com contratos de longo prazo nas Américas. O portfólio atual da empresa é de 2,2 GW de projetos contratados em fase de desenvolvimento, construção ou operação, e pretende se expandir em mais 4 GW nos próximos anos.

Lançada no início de 2017, a Atlas Renewable Energy inclui uma equipe experiente com o mais longo histórico na indústria de energia solar na América Latina. A empresa é reconhecida por seu alto padrão no desenvolvimento, construção e operação de empreendimentos de grande porte.

A Atlas Renewable Energy faz parte do Energy Fund IV, fundado pela Actis, um investidor de capital privado líder no setor de energia. O crescimento da Atlas Renewable Energy está focado nos principais mercados e economias emergentes, utilizando seu conhecimento comprovado de desenvolvimento, comercialização e estruturação para acelerar a transformação em direção à energia limpa. Ao se envolver ativamente com a comunidade e as partes interessadas no centro de sua estratégia de projeto, a empresa trabalha todos os dias para proporcionar um futuro mais limpo.

Para saber mais sobre a Atlas Renewable Energy, visite o site: www.atlasrenewableenergy.com

A empresa se torna a primeira geradora de energia solar validada pelo Instituto Totum a oferecer créditos REC Brasil no mercado brasileiro. A Atlas também oferecerá I-RECs tradicionais.

São Paulo, 1 de setembro de 2021 – Atlas Renewable Energy, líder internacional em geração de energia renovável, anuncia hoje, que algumas de suas usinas fotovoltaicas no Brasil foram certificadas pelo Instituto Totum para oferecer certificados de energia renovável (I-RECs), com valor agregado do REC Brasil, uma categoria única disponível apenas no país e endossada pelo Instituto Totum, no qual a instituição valida que os certificados de energia renovável fornecidos estão em conformidade com alguns dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS). Essa certificação faz da Atlas a primeira geradora de energia solar a oferecer os certificados de energia com o selo REC Brasil no mercado brasileiro.

Para que uma empresa forneça créditos REC Brasil, o Instituto Totum realiza uma avaliação rigorosa de seus ativos de energia renovável para certificar que o gerador está seguindo o plano da ONU para paz e prosperidade para as pessoas no planeta. Os geradores de energia renovável que oferecem esses certificados como parte de seus negócios devem trabalhar para lidar com pelo menos cinco dos 17 ODS.

A abordagem da Atlas para a sustentabilidade e melhores práticas foi considerada pelo Instituto Totum, que certificou que a empresa trabalhou para cumprir nove dos 17 ODS propostos pela ONU. Estes incluem: #4 Qualidade da Educação, #5 Igualdade de Gênero, #7 Energia Limpa e Acessível, #8 Trabalho Decente e Crescimento Econômico, #9 Indústria, Inovação e Infraestrutura, #10 Desigualdades Reduzidas, #11 Cidades e Comunidades Sustentáveis, #12 Consumo e Produção Responsáveis ​​e #13 Ação climática.

“Ser certificado pelo Instituto Totum para fornecer o selo REC Brasil, nos permite oferecer aos nossos clientes e potenciais clientes uma solução que compensa suas emissões de carbono com o valor agregado de saber que os certificados estão de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas”, disse Luiz Ballester, Diretor Comercial da Atlas Renewable Energy. “Esta solução é ideal para empresas que buscam uma certificação adicional para energia incentivada de forma a comprovar além da pegada de carbono o compromisso social com as comunidades que estão sendo impactadas”

Os clientes que adquirirem certificados de energia renovável com o selo REC Brasil da Atlas, automaticamente se tornarão patrocinadores e promotores de todos os programas que a empresa desenvolve para promover uma vida sustentável, melhorar a educação de qualidade e promover a diversidade e inclusão nas comunidades onde os projetos estão localizados.

Atualmente, a Atlas tem capacidade de oferecer I-RECs e RECs Brasil para empresas do mercado brasileiro que buscam neutralizar suas emissões de CO2 para suas operações no país. Esses certificados de energia dão aos compradores direitos exclusivos aos atributos de cada MWh gerado por alguns dos projetos de energia solar da Atlas no Brasil. Esses certificados também permitem que os compradores contabilizem onde e quando a eletricidade foi produzida, bem como o impacto ambiental e social que cada MWh gerado gera, no caso do selo REC Brasil.

A Atlas detém uma das maiores bases de ativos de energia solar do Brasil, com quase 1 GW de capacidade instalada entre projetos em construção e em operação.

Para conhecer mais sobre os I-RECs e REC Brasil que a Atlas pode oferecer para sua empresa, visite: https://www.atlasrenewableenergy.com/pt-br/ppa-corporativo/rec-brasil/

Sobre a Atlas Energia Renovável

A Atlas Renewable Energy é uma empresa de geração de energia renovável que desenvolve, constrói e opera projetos de energia renovável com contratos de longo prazo nas Américas. O portfólio atual da empresa é de 2,2 GW de projetos contratados em fase de desenvolvimento, construção ou operação, e pretende se expandir em mais 4 GW nos próximos anos.

Lançado no início de 2017, o Atlas Renewable Energy inclui uma equipe experiente com o mais longo histórico na indústria de energia solar na América Latina. A empresa é reconhecida por seu alto padrão no desenvolvimento, construção e operação de empreendimentos de grande porte.

A Atlas Renewable Energy faz parte do Energy Fund IV, fundado por Actis, um investidor de capital privado líder no setor de energia. O crescimento da Atlas Renewable Energy está focado nos principais mercados e economias emergentes, usando seu conhecimento comprovado de desenvolvimento, comercialização e estruturação para acelerar a transformação em direção à energia limpa. Ao se envolver ativamente com a comunidade e as partes interessadas no centro de sua estratégia de projeto, a empresa trabalha todos os dias para proporcionar um futuro mais limpo.

Para saber mais sobre a Atlas Renewable Energy, visite: www.atlasrenewableenergy.com